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Cenário 2015

Introdução

Em 2014 tivemos um ano de grande volatilidade no mercado financeiro. A corrida eleitoral, que contou com eventos inesperados, e teve como desfecho a reeleição da atual presidente com uma margem mínima de votos, foi apenas uma das variáveis do ano que passou. Os fundamentos da economia doméstica se fragilizaram ainda mais. O PIB (Produto Interno Bruto) foi praticamente zero, a inflação permaneceu persistentemente próximo a banda superior da meta, o déficit em transações correntes foi superior a 4% do PIB, e para completar tivemos pela primeira vez em anos déficit primário. O cenário externo também foi complicado. Os EUA cresceram menos do que se esperava, fazendo com que o FED (Federal Reserve) postergasse a elevação da taxa de juros americana. A cambaleante economia europeia foi afeada pelos conflitos entre Rússia e Ucrânia. Por fim, a China confirmou a esperada desaceleração da economia, derrubando o preço das commodites.

Para 2015 projetamos um ano mais uma vez desafiador. O nível de atividade no Brasil permanecerá retraído, bem como a inflação provavelmente estourará o teto da meta. Entretanto, esperamos que a nova equipe econômica entregue um resultado fiscal melhor, o que pode “facilitar” o trabalho do Banco Central do Brasil. No cenário externo, acreditamos que o FED elevará os juros somente no fim do ano. Não vemos uma recuperação consistente da economia global.

Cenário político

Tivemos em 2014 um ano muito agitado politicamente, em especial na corrida presidencial, que teve muitas reviravoltas. O início de ano foi tranquilo, com a oficialização das campanhas de Dilma Rousseff e Aécio Neves, e que prometia mais uma vez polarizar as eleições entre PT e PSDB. Entretanto, a impossibilidade de Marina Silva concorrer a presidência da república por seu recém criado partido, o REDE, trouxe um ingrediente novo na disputa. Eduardo Campos, então governador de Pernambuco pelo PSB, anunciou que criaria uma chapa com a ex-senadora. Decidiu-se posteriormente, que Eduardo Campos seria o candidato a presidência, enquanto Marina Silva seria sua vice. Desde a oficialização da chapa, Campos e Marina se colocaram como sendo uma terceira via, e prometiam romper com a lógica política estabelecida no Brasil, mas a campanha não decolava e Campos não conseguia superar os 10% de intenção de votos nas pesquisas. Foi então, que uma tragédia mudou tudo. No dia 13 de agosto, o avião que levava o então candidato Eduardo Campos caiu em Santos, matando todos que estavam a bordo. Há anos não víamos uma comoção nacional como essa, e seus desdobramentos na corrida eleitoral foram muitos. Marina Silva passou a ser a candidata do PSB e já nas primeiras pesquisas ultrapassou Aécio Neves, tornando-se uma ameaça real a Dilma Rousseff no segundo turno. Foi então que começou o que o próprio PT chamou de “desconstrução” de imagem da candidata Marina Silva. A falta de apoio maciço dentro de seu próprio partido, aliado a fracas participações nos debates, acabaram afetando sua votação em outubro. Mais uma vez a ex-senadora ficou com aproximadamente 20% dos votos. A surpresa no primeiro turno ficou com a expressiva votação de Aécio Neves, que obteve 33% dos votos. Como era de se esperar, o segundo turno foi disputado voto a voto. Porém, mesmo com o apoio de Marina Silva, Aécio Neves não conseguiu evitar a reeleição da presidente Dilma.

Além da disputa eleitoral, o ano ficou marcado pelas graves denúncias de corrupção envolvendo a Petrobrás. A operação “Lava Jato”, da Polícia Federal, culminou na prisão do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa. Ambos fizeram delações premiadas. Foi apontada uma série de políticos, bem como presidentes e diretores de grandes empreiteiras como participantes do esquema.

Para 2015 projetamos um ano desafiador para o Governo Federal. A acirrada disputa eleitoral deve ter reflexos imediatos na condução das políticas públicas. O atual Governo terá de achar soluções para acomodar as diversas (e tão distintas) demandas eleitorais. Não se pode ignorar praticamente 50% da população. De outro lado, os eleitores da atual presidente exigirão que as promessas de campanha sejam cumpridas, o que será muito difícil diante do conturbado cenário político/econômico atual. Além disso, sabemos que como sempre, existirá pressão dos partidos aliados por cargos públicos, e aqui reside o ponto chave. Diante do escândalo de corrupção envolvendo a Petrobrás, a repercussão pública têm sido enorme em decorrência disso, acreditamos que o Governo opte por nomes mais técnicos para cargos públicos estratégicos, com o objetivo de mitigar seu risco de imagem. A primeira ação foi o anúncio da nova equipe econômica, formada por Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa no Ministério do Planejamento e a Manutenção de Alexandre Tombini como presidente do Banco Central do Brasil. Esse nos parece um forte indício do que poderá vir em 2015.

Contas públicas

Encerramos 2014 com um resultado fiscal estarrecedor. Após o Governo não conseguir cumprir a meta fiscal nos últimos anos, a situação foi ainda pior no ano que se passou. Fechamos 2014 com um déficit primário de -0,63% do PIB, algo inimaginável de se ocorrer até pouco tempo. O problema é ainda maior tendo em vista que tivemos um crescimento do PIB próximo à zero, deixando a irresponsabilidade fiscal ainda mais evidente. Diante da inviabilidade do cumprimento da meta de superávit primário pra 2014, que era de 1,9% do PIB, o Governo decidiu alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), permitindo abandonar o atingimento da meta fiscal no ano em questão.

Em 2015 a nova equipe econômica terá que trabalhar em dobro para reestabelecer o equilíbrio fiscal. O novo ministro da fazenda, Joaquim Levy, anunciou a meta de superávit primário de 1,2% do PIB para o ano. Pesa a favor da nova equipe o fato que em anos posteriores as eleições presidenciais os Governos tendem a ser mais rigorosos com os gastos públicos, e políticas fiscais mais austeras podem ser implementadas de maneira menos traumática. A ideia inicial é atuar no corte de gastos, em detrimento do aumento dos impostos, de modo a não afetar significativamente uma economia que vem derrapando nos últimos anos. Mudanças no seguro-desemprego e pensão de filhos de militares são algumas medidas já anunciadas. Entretanto, sabemos que o Governo terá que achar soluções criativas. Eventuais elevações de impostos, como a CIDE (Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico), por exemplo, nos parece inevitável. Acreditamos que pelo perfil da nova equipe econômica, bem como pelas inúmeras críticas que o Governo recebeu nos últimos anos, teremos em 2015 um ano de recuperação das contas públicas. Projetamos um superávit de 1,2% do PIB em 2015, em linha com a meta anunciada pelo novo ministro da fazenda.


 



Fonte: Elaborado a partir de dados do Banco Central do Brasil.


 


 



Fonte: Elaborado a partir de dados do Banco Central do Brasil.


Inflação

Assim como no ano passado, encerramos 2014 com a inflação longe do centro da meta. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechou o ano com alta de 6,41%, muito próximo mais uma vez ao teto superior da banda. De junho a novembro, a inflação acumulada em 12 meses permaneceu acima de 6,50% em todos os meses, o que é preocupante, tendo em vista que durante boa parte desse período o nível de atividade estava muito fraco, entramos inclusive, no que chamamos de recessão técnica. É lógico que tivemos alguns fatores exógenos pressionando os preços. A escassez de chuva, e seu reflexo sobre a safra de alguns alimentos, por exemplo. A forte alta do câmbio também pode ser citada. Entretanto, acreditamos que o descaso com a política fiscal e uma política monetária um pouco defasada contribuiu para a alta dos preços.

Acreditamos que o cenário para a inflação em 2015 será muito complicado. Grande parte dos preços represados desde 2013, como o reajuste em transportes e energia elétrica, ainda não foram repassados para o consumidor final. Além disso, a taxa de câmbio média em 2015 deverá ser superior a de 2014, um fator a mais a contribuir para a pressão nos preços. As surpresas positivas poderão vir de:

1- A nova equipe econômica conseguir entregar um resultado fiscal melhor do que o esperado pelo mercado;

2- o clima contribuir para uma queda no preço dos alimentos.

Entretanto, consideramos que os efeitos negativos tenderão a superar os positivos, e o IPCA deverá fechar o ano próximo (muito provavelmente acima) à banda superior de 6,50%. Nossa previsão é de 7,00%.


 



Fonte: Elaborado a partir de dados do Banco Central do Brasil.


Política monetária e taxa de juros

Dando prosseguimento ao ciclo de aperto monetário iniciado no ano anterior, o Banco Central elevou a taxa Selic de 10,00% no começo de 2014 para 11,75% no fim do ano. A inflação persistentemente acima do centro da meta foi o principal motivo para a autoridade monetária adotar uma postura mais conservadora com relação à condução da política monetária. Além disso, diferentemente dos últimos anos, o Banco Central abriu mão de utilizar as chamadas medidas macroprudenciais.

Para 2015, iniciaremos o ano com a inflação pressionada. Entretanto, acreditamos que o Banco Central não precisará adotar uma postura tão hawkish como o mercado precificava no fim de 2014. A confirmação de uma política fiscal mais austera, combinada a um fraco nível de atividade econômica doméstica deve resultar em uma modesta elevação de juros em 2015. Projetamos uma taxa Selic em 12,50% para o fim do ano. Pensamos que apenas dois fatores podem pesar para um aperto monetário maior. Primeiro, um desentendimento da nova equipe econômica com a Presidente. Segundo, que o Banco Central americano suba a taxa de juros ainda no primeiro semestre.


 



Fonte: Elaborado a partir de dados do Banco Central do Brasil


 

Nível de Atividade

O nível de atividade em 2014 foi pior do que se projetava um ano antes. Para termos uma ideia, o relatório Focus, elaborado pelo Banco Central, estimava um crescimento de 1,95% do PIB e de 2,23% para a produção industrial no ano. Os números vieram bem abaixo disso, com o PIB encerrando o ano próximo a zero e a produção industrial negativa. É lógico que tivemos acontecimentos exógenos que impactaram o nível de atividade no ano que passou, tais como a falta de chuva, a queda no preço das commodities, as incertezas com relação à condução da política monetária americana, dentre outros. A própria realização da Copa do Mundo de futebol teve influência negativa sobre o PIB. Entretanto, os fatores estruturais e conjunturais domésticos foram preponderantes, tendo em vista que o fraco nível de crescimento não foi exclusividade do ano passado. A demora do Governo em reconhecer o esgotamento do modelo de crescimento fica cada vez mais evidente.

Em 2015, teremos um ano de ajuste. A nova equipe econômica promete uma política fiscal austera, o que deverá ter um impacto restritivo sobre o nível de atividade no curto prazo. Além disso, achamos pouco provável uma recuperação expressiva da economia global, e por consequência o preço das commodities provavelmente permanecerá depreciado. Diante da falta de confiança dos agentes econômicos, bem como de um possível racionamento de energia e água, a indústria deverá continuar apresentando taxas negativas de crescimento durante boa parte do ano. Por fim, os bancos devem optar por uma política de concessão de crédito ainda muito criteriosa, diante do aumento da inadimplência e do fraco crescimento. Projetamos para 2015 um PIB de 0,10%

Taxa de câmbio e setor externo

Tivemos em 2014 mais um ano de forte desvalorização do Real frente ao Dólar. A moeda americana fechou o ano cotada a R$ 2,65, o que representa uma alta de 13,39% frente ao ano anterior. Os fracos fundamentos da economia doméstica, aliados à incerteza sobre o futuro da política monetária americana foram os principais fatores a influenciar o movimento. Vale destacar, entretanto, que esse não foi um movimento exclusivo do Real. O fraco crescimento da economia global fez com que o Dólar se valorizasse frente a praticamente todas as moedas no mundo. O Rublo, por exemplo, se desvalorizou aproximadamente -45%, o Peso chileno -13%, e o Peso mexicano -11%. Para 2015, não vemos o Dólar ficando muito abaixo de R$ 2,60, já que não deveremos ter uma melhora expressiva do nível de atividade doméstica, e não vislumbramos uma recuperação relevante da economia global. Não acreditamos também, que a moeda americana vá muito acima de R$ 2,80, até porque o impacto sobre a inflação seria desastroso para um ano que já se configura desafiador, e o Governo usará de todos os instrumentos disponíveis para segurar a taxa de câmbio nesses níveis. Para o fim de 2015 projetamos o Dólar cotado a R$ 2,80.


 



Fonte: Calculado a partir de dados do Banco Central do Brasil


Os números do setor externo demandam atenção especial do Governo. O déficit em transações correntes continuou se deteriorando ao longo 2014, encerrando o ano em -4,17% do PIB. O número em si ainda não é desesperador, mas liga o sinal de alerta, até mesmo porque os Investimentos externos diretos estão cobrindo apenas 70% desse déficit. Vale lembrar que essa relação estava em 80% no fim de 2013, e era de 104% no início de 2011, ou seja, passamos a ter a necessidade de cobrir essa diferença via a rubrica de investimento em carteira, o que é muito perigoso, pois tal investimento é extremamente sensível a diversas variáveis que não estão ao nosso alcance, como o crescimento da economia global ou a taxa de juros dos países desenvolvidos, por exemplo. O fato do mesmo ser extremamente líquido permite uma saída rápida do país, o que pode gerar pressões consideráveis sobre a taxa de câmbio. O resultado da balança comercial foi mais uma vez sofrível, com um déficit de aproximadamente R$ 2 Bilhões. Para 2015, estimamos um déficit em transações correntes levemente melhor que o ano que passou, de -3,9% do PIB.

 



 



Fonte: Calculado a partir de dados do Banco Central do Brasil.


Economia Mundial

A economia global teve um ano difícil em 2014. Nos EUA, os dados de nível de atividade vieram divergentes, alternando números bons com números fracos. Vimos uma melhora expressiva no mercado de trabalho americano, mas alguns outros mercados ainda encontram muitas dificuldades em recuperar níveis de produtividade mais elevados. O FED encerrou o programa de estímulo monetário chamado de quantitative easing em outubro, e a grande questão acompanhada pelos investidores agora é quando os juros começarão a ser elevados. Em virtude dos números ainda divergentes e do fraco desempenho da economia global, os membros do FED tem adotado uma postura mais cautelosa, indicando que o aperto monetário ficará para o fim de 2015, ou até para 2016 se for necessário. Na Europa, a já cambaleante economia foi afetada pelo caótico ano na Rússia. O País se envolveu em um conflito político com a Ucrânia, e não sabemos ainda quais serão os desdobramentos dessa questão. Paralelamente, o balanço de pagamentos foi duramente afetado pela brusca queda no preço do barril de petróleo. Alguns países da região ainda sofrem com as altas taxas de desemprego, principalmente entre os jovens. Na China, conforme esperado, verificamos uma desaceleração do PIB, que fechou o ano com alta de 7,4%. Os dados mais fracos de comércio externo, principalmente de importação, tiveram reflexo imediato sobre o preço das commodities, que despencaram em 2014.

A expectativa para 2015 é de um ano muito parecido com o que passou. Não vemos fatores positivos que possam ajudar a puxar a economia mundial. Os países emergentes deverão continuar sofrendo com o preço das commodities depreciado. Existe o risco do FED elevar os juros antes do que os economistas e analistas projetam, o que fortaleceria ainda mais o Dólar frente as demais moedas. A China deverá seguir com o processo gradual de desaceleração da economia. A esperança é que mais uma vez os EUA possa impulsionar a economia global.

Mercados Financeiros

Renda Variável

Tivemos um ano de grande volatilidade no mercado acionário brasileiro, que iniciou 2014 com grande aversão ao risco. Internamente, a inflação persistentemente acima do centro da meta, o fraco crescimento da economia e as manobras fiscais do tesouro faziam com que os investidores projetassem um rebaixamento do Rating brasileiro. Externamente, existia o temor que o FED poderia subir os juros ainda em 2014. O mercado permaneceu em queda até março quando o S&P confirmou o que se esperava, e rebaixou a nota de crédito brasileiro para BBB-, menor nota para um país ser considerado investment grade. A partir daí, o Ibovespa engatou uma sequência de altas, impulsionado pela expectativa eleitoral, e pela sinalização do FED de que subiria os juros apenas em 2015. Passada a euforia, o mercado voltou a olhar para os fundamentos da economia doméstica e internacional, e o índice encerrou o ano com queda de – 2,91%.

 



 



Fonte: Elaborado a partir de dados do Economática.


Para 2015, temos dois grandes fatores que devem influenciar a bolsa de valores brasileira. Externamente, a expectativa de elevação de juros nos EUA. E internamente, o resgate da confiança dos agentes econômicos. O segundo fator, e que depende dos esforços da nova equipe econômica, deve ser o principal driver para os ativos financeiros em 2015. Projetamos um primeiro semestre de volatilidade elevada, e de mercado acionário ainda pressionado. Para o segundo semestre, acreditamos que a situação poderá melhorar.

Renda Fixa

Conforme dito anteriormente, em 2014 o Banco Central deu continuidade ao movimento de aperto monetário iniciado em 2013. O cenário atual, que combina inflação elevada, porém com crescimento muito fraco, teve como reflexo uma volatilidade menor nos ativos de renda fixa do que verificado no ano anterior. A taxa dos títulos pré-fixados (LTN´s), e dos atrelados a inflação (NTN-B´s), apresentaram recuperação quando comparados ao ano anterior, subindo um pouco mais que o CDI.

 



 



Fonte: Elaborado a partir de dados do Economática.


Para 2015 esperamos um ano muito parecido com o que passou. De um lado, teremos uma inflação ainda muito alta. Por outro lado o nível de atividade permanecerá fraco. Temos também um novo ingrediente, que é de uma política fiscal mais responsável, que possibilitará o Banco Central a subir menos os juros. Portanto, esperamos que os ativos atrelados a inflação (NTN-B) encerrem o ano com uma rentabilidade levemente superior ao CDI. Os títulos pré-fixados (LTN´s) devem vir na sequência, seguido do Dólar.

Projeções para 2014
MercadoLeme
Inflação – IPCA (%)6,567,00
Taxa de câmbio R$/US$ – fim período2,802,80
Taxa de câmbio R$/US$ – média do período2,712,68
Taxa Selic – fim período (%)12,5012,50
Taxa Selic – média do período (%)12,4712,47
PIB – Crescimento (%)0,500,10
Conta corrente (US$ bilhões)-77,00-80,00
Balança comercial (US$ bilhões)5,005,00
Investimento estrangeiro direto (US$ bilhões)6060

Fonte: Boletim Focus do Banco Central do Brasil (projeções do mercado) e Leme Investimentos.


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